Manutenção de Variadores de Velocidade Eletromagnéticos
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O Grupo Vorax presta serviços em manutenção corretiva e preventiva de Variadores Eletromagnéticos de diversas Marcas e Modelos, realizando substituição de componentes por peças de fabricação própria e/ou peças de terceiros.
Inclui no rol destes serviços Embuchamentos, Metalizações, Normalizações, Rejuvenescimento, Repotencialização, Pintura e Limpeza, proporcionando que os equipamentos consertados sejam entregues como novos.
ESCOPO DE SERVIÇOS REALIZADOS PELA VORAX
SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA
=> Desmontagem
=> Lavagem
=> Controle Dimensional
=> Secagem em Estufa
=> Substituição dos Rolamentos
=> Montagem
=> Teste
=> Pintura
=> Troca de Placa de Identificação (Se necessário)
=> Emissão de Relatório Técnico com Imagens do Equipamento (Se Necessário)
SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO CORRETIVA
Bobinas:
=> Substituição Completa
=> Substituição dos Cabos de Saída e Isolação
Tacogerador:
=> Estator:
. Substituição Completa
. Rebobinagem
=> Rotor:
. Substituição Completa
Eixos:
=> Substituição Completa
=> Metalização
Tampas (Entrada e Saída):
=> Embuchamento do Alojamento dos Rolamentos (Com Material Semelhante ao da Tampa)
=> Metalização do Alojamento dos Rolamentos
Tambores e Rotores:
=> Balanceamento Dinâmico
=> Metalização do Alojamento dos Rolamentos e Furo do Eixo
=> Correção do Entreferro:
. Normalização do Tambor
. Metalização dos Dentes do Rotor
=> Substituição de Anéis de Cobre do Tambor
=> Substituição Completa do Tambor / Rotor
Bucha Isoladora:
=> Substituição Completa fabricada com Bronze TM23 |  |

Foto Antes e Depois


O que são os Variadores Eletromagnéticos
Os Variadores Eletromagnéticos podem ser refrigerados a AR ou a ÁGUA, a velocidade é ajustável segundo um sistema de correntes parasitárias. Existem três formas construtivas de variador: Com duas pontas de eixo, onde a variador é acoplado indiretamente ao motor através de acoplamento ou polia, Com motor flangeado, onde o variador é acoplado diretamente ao motor e Integral, onde o variador e motor formam um único conjunto, este tipo de forma construtiva tem limitações e é utilizado normalmente em equipamentos de potências inferiores a 20CV, raras são as exceções.
Portanto, variadores eletromagnéticos são uma combinação de um motor de indução CA tipo gaiola de esquilo, de velocidade constante e um sistema de velocidade variável com flange ou eixo de entrada para acoplamento do motor, com bobina de campo estacionária funcionando sob o princípio de correntes parasitárias.
Os variadores padrões são do tipo horizontal, com pés, com rolamentos lubrificáveis externamente através de engraxadeiras ou com rolamentos de lubrificação permanente.

Os variadores de velocidade eletromagnéticos são de escorregamento ajustável isto é o controle de velocidade de saída que é feito mediante a um módulo conversor CA-CC que energiza a bobina de campo do variador. Controlando os níveis de tensão da fonte CC, regula-se a velocidade mínima até a máxima.
Um tacogerador CA, montado interna ou externamente ao variador fornece o sinal de realimentação diretamente proporcional a velocidade de operação para uma exata regulação de velocidade. Este sinal sensor de velocidade é transmitido ao controle eletrônico para modular a corrente da bobina de campo do variador e assim automaticamente manter a velocidade desejada. Apesar das mudanças de carga, essa velocidade é regulada em níveis bastante estreitos. Sendo o variador um equipamento de torque constante, o torque de saída disponível depende do torque nominal do motor.
Os componentes estacionários são: carcaça, bobina do variador, bobina do tacogerador e tampas.

O elemento de entrada abrange o motor que traciona o eixo de entrada (para variadores de duas Pontas) no qual está fixado o tambor do variador. O elemento de saída (eixo, rotor ou coroa dentada e rotor do tacogerador) estão apoiados pelos rolamentos central e de saída. Estes dois rolamentos que suportam o rotor ou coroa dentada, mantém os necessários entreferros uniformes entre os elementos independentes.
A transmissão de torque pelo princípio de correntes parasitárias não implica no contato físico direto entre o tambor de velocidade constante e o elemento de velocidade ajustável, o que permite uma grande flexibilidade entre o variador e a carga, permitindo maior vida útil dos maquinários envolvidos.
Até que a bobina de campo do variador seja energizada, os elementos de entrada e saída são independentes. Quando a bobina estacionária é ligada, linhas de forças magnéticas são produzidas pela mesma e fluem através do rotor ou coroa dentada e o tambor.
Correntes parasitárias são geradas na superfície lisa do tambor que gira em torno do rotor ou coroa dentada.
Acontece uma atração magnética entre os dois elementos e portanto uma transmissão de torque. Ao grau de atração e, portanto, a velocidade de saída depende da corrente que circula pela bobina de campo.
Nos variadores refrigerados a água, o calor desenvolvido entre o tambor e o rotor é dissipado através de um fluxo de água de refrigeração através do tambor.
A água de refrigeração é introduzida no equipamento, através da instalação hidráulica. Os componentes internos são atingidos pelo fluxo refrigerante através da ação da força centrífuga.
A água de refrigeração após ter percorrido todo seu ciclo de refrigeração cai no depósito do equipamento, localizado na parte inferior da carcaça e daí drenado em queda livre.
Normalmente estes equipamentos são fornecidos com instalação hidráulica semi-automática, porém quando se quer utilizar apenas a quantidade de água necessária para refrigeração, visando a economia ou ainda quando suprimento de água for limitado ou ainda quando for necessária grande quantidade de suprimento de água, pode-se utilizar um sistema automático de refrigeração onde ao fluxo da água é controlado por uma válvula termostática.